Você que perde seu tempo assistindo TV deve já ter reparado na quantidade de propagandas TOSCAS e 100% IDIOTAS que passam nos intervalos de seus programa favoritos,ou não.
Um exemplo é o comercial de DANONE ACTVIA ou ACTIVIA sei lá como se escreve essa merda...e falando em merda é indiretamente sobre isso que a propaganda fala.No vídeo abaixo veremos como @DaniloGentili nos descreve esse comercial.
Outro Comercial que me faz mijar de rir é o da ORAL B ,tem uma mulher,ela está no banheiro,de repente aparece um cara estilo alemão alto ,loiro dos olhos azuis e...
Me fala ..que Mulher que estaria sozinha em casa usando o banheiro quando de repente entra um cara..meooo nao tem cabimento issoo....ele ainda fala: oi eu sou um EXPERT EM PREVENÇÃO E PROTEÇÃO Pô ..se a mulher tivesse querendo prevenção ou proteção,compraria uma camisinha ou um anti concepcional....Agora me falem uma coisa ...de onde surgiu aquele homem?? Alguem sabe??;.;..O mais engraçado de tudo eh a cara que a mulher faz..ela fica totalmente tipo"Apaixonada" pelo cara...abre um sorriso de orelha a orelha ..tcs tcs.
Semana que vem tem o segundo capitulo de COMERCIAIS BIZARROS By Amendoim....
me siga no twitter: @Vinicius_JSouza
terça-feira, 20 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
O Espetáculo
A parábola é ambientada na China. Três Deuses, nessa adaptação transformados na Santíssima Trindade e vividos por um único ator, descem a Terra à procura de pelo menos uma alma boa.
Depois de muito caminho percorrido em vão, chegam a uma província chamada Setsuan. Lá encontram a prostituta Chen Tê que lhes dá guarida por uma noite. Na manhã seguinte, concluem ser ela a alma boa que tanto procuravam e resolvem lhe pagar pela hospedagem. O dinheiro é suficiente para Chen Tê abrir uma tabacaria e mudar de vida. Dona de seu próprio negócio, Chen Tê começa a ver os miseráveis da cidade abusarem de sua imensa generosidade.
Sem conseguir dizer não, resolve vestir a máscara do mal. Traveste-se de uma figura masculina, seu primo Chui Ta, que teria vindo de longe para temporariamente tomar conta de seu negócio.
As ações de Chui Ta em tudo diferem das de Chen Tê. O que Chen Tê não consegue recusar por fraqueza, Chui Ta retoma com força. Se Chen Tê promete arroz, Chui Ta só libera o prometido em troca de trabalho. Chen Tê é mulher e se apaixona, Chui Ta é homem e faz negócios. Chen Tê engravida, mas é a barriga de Chui Ta que cresce de prosperidade, aos olhos do povo. Como ninguém deve saber que Chen Tê está grávida, é a prima agora que se esconde por trás do primo. Somente Chui Ta aparece e comanda. Um boato cresce em Setsuan em torno do desaparecimento de Chen Tê: Chui Ta teria sequestrado a própria prima para ficar com suas riquezas. A última cena da parábola é o julgamento de Chui Ta. Como termina este impasse? O que temos a aprender com a parábola do Sr. Brecht? Qual será o veredicto para Chen Tê/Chui Ta? Haverá um veredicto? Haverá uma resposta para a dualidade humana?
Motivação
O que gerou essa montagem de “A Alma Boa de Setsuan” foi a vontade da atriz Denise Fraga de trabalhar com Marco Antônio Braz por sua vivência de grupo e sua direção lúdica e irreverente. “A Alma Boa de Setsuan desvenda o fazer teatral diante do público. São os próprios atores que recebem a plateia, distribuem o programa, manipulam o cenário e fazem o serviço de contrarregragem. A intenção era criar um elenco com o espírito de grupo de teatro, totalmente disponível artisticamente para contar a história que o camarada Brecht escreveu há quase 70 anos”, revela o diretor Marco Antônio Braz, amigo e contemporâneo de Denise Fraga.
Braz costuma dizer, como Brecht, que é preciso divertir para comunicar. Denise acredita nessa capacidade transgressora do humor e no uso da sua comunicabilidade de atriz popular para encenar Brecht no Teatro.
“Faço teatro, cinema e televisão e acho muito bom entrelaçar estes veículos, aproveitar a popularidade proporcionada pela televisão, por exemplo, para levar aos palcos textos clássicos de forma sedutora. Um clássico não é clássico à toa, tem algo ali de universal, que atravessou o tempo tocando o coração das pessoas. Acho que grande parte do público que viu a peça talvez nunca tenha visto um Brecht. E se surpreendeu em se divertir tanto com ele. Sem deixar de levar para casa a reflexão que ele queria”, diz Denise, que interpreta a prostituta Chen Tê. O elenco é composto por onze atores, em sua maioria comediantes, muitos deles com vivências em grupos como: Ornitorrinco, Teatro da Vertigem e Círculo dos Comediantes. A trilha sonora é de Théo Werneck, os cenários, de Márcio Medina, figurinos de Verónica Julian e luz de Wagner Freire. A equipe totaliza, entre atores e técnicos, mais de 40 profissionais.
21/Agosto – Piracicaba
28/Agosto – Americana
29/Agosto – Indaiatuba
===
em breve mais informações!
===
quinta-feira, 8 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Amor e dedicação têm vitória na Justiça
História de pai que não pagou prestações da casa para cuidar do filho doente sensibiliza juíza, que reverte verba para quitar a dívida
O amor de um pai por seu filho convenceu a juíza federal Anne Karina Costa, da Vara do Sistema Financeiro de Habitação de Curitiba, a tomar uma decisão inédita no ano passado. O mecânico Adolfo Celso Guidi, 52 anos, abandonou o emprego, deixou de pagar o financiamento de sua casa, no Bairro Alto, e gastou as economias para encontrar uma forma de tratar o filho Vitor, hoje com 21 anos, portador de Gan-gliosidose GM1 tipo 2, doença degenerativa e hereditária. Em uma audiência de conciliação com a Caixa Econômica Federal, ele apresentou o filho e narrou sua odisseia. Funcionou: a juíza reverteu verba do fundo pecuniário – recolhida de decisões judiciais – para quitar a residência.
Esses recursos são normalmente destinados às entidades públicas ou privadas com função social, conforme o Código Penal. A argumentação do mecânico, porém, comoveu a juíza federal. “Não tenho conhecimento de outra decisão como essa”, diz a magistrada. Os motivos para a iniciativa foram “a excepcionalidade do caso do senhor Adolfo, que apresentou como justificativa para o não pagamento das prestações a história de luta pela vida do filho, portador de doença rara, e uma dedicação incomum”, avalia Anne Karina.
Doença é mais comum no Sul do país
A gangliosidose é um erro inato do metabolismo, que afeta ho-mens e mulheres e se manifesta de formas variadas. Os portadores não degradam uma enzima – no caso de Vitor, a beta-galactosidase – e há acúmulo da substância no cérebro e nos músculos. Os sintomas vão de alterações no sistema nervoso central a problemas no esqueleto, nos olhos, no fígado e no baço. Em geral, a pneumonia é a principal causa de morte, pois a aglomeração da enzima impede a movimentação dos músculos, causando a falência dos pulmões.
Leia a matéria completa
Busca por tratamento foi tema de filme
Sofrimento semelhante ao vivido pelo engenheiro Adolfo Celso Guidi foi mostrado nos cinemas em 1992. Dirigido por George Miller, O Óleo de Lorenzo se baseia na história de Lorenzo Odone e a busca incessante de seus pais, Augusto (Nick Nolte) e Michaela (Susan Sarandon), por um tratamento para a Adrenoleucodistrofia (doen ça hereditária que destrói a bainha de mielina, revestimento do neurô nio responsável pela transmissão de impulsos nervosos).
Leia a matéria completa
Formado em Engenharia Mecânica, Adolfo atua como mecânico no quintal de casa. Portanto, sua casa é também fonte de renda. Fator levado em conta pela juíza, após consulta ao Ministério Público e à Vara Criminal. A questão é vista com pragmatismo pelo pai: “Sempre me perguntam o que mudou em minha vida com a decisão. Na prática, nada. Mas, se eu tivesse sido despejado, teria mudado tudo”, relata.
Luta
Adolfo não é o primeiro a lutar pela sobrevivência do filho. O diplomata norte-americano Augusto Odone criou o Óleo de Lorenzo, enzima que impede o avanço da Adrenoleucodistrofia, doença que acometia o filho (leia nesta página). Assim como Odone, Adolfo não aceitou ver o filho morrer sem tentar reverter a situação – os médicos deram prognóstico de seis meses para Vitor. O engenheiro fez da biblioteca do Setor de Medicina da UFPR sua segunda casa. “Só tive de entender a lógica do sistema e encontrar uma forma de fazê-lo voltar a funcionar”, diz.
E a tarefa era “simples”. Vitor não produz uma enzima, a beta-galactosidase. Portanto, bastava entender a enfermidade, seu funcionamento e uma forma de fazer o corpo do filho receber a substância que não produz. Com um ano e meio de estudos, o pai descobriu a enzima que poderia ser usada e onde encontrá-la. Hoje, ela é manipulada em laboratório e não sai por mais de R$ 18 ao mês. A dieta é mais cara, pois se baseia em produtos naturais, pós de reforço nutricional, vitaminas, cálcio e fibras. O rapaz deve evitar leite e derivados. “Ele gosta de um bolo e, quando quer comer, reforçamos a enzima para não ter problemas”, explica o pai. Em tratamentos de doenças, como a bronquite, Adolfo ministra alimentos naturais e evita o uso de medicamentos mais agressivos, como antibióticos, para não afetar o sistema imunológico do filho.
Assim como o Óleo de Lorenzo, tanto a enzima quanto a dieta não têm eficácia comprovada pela medicina formal. Vitor tem hoje 21 anos, enquanto a maioria dos portadores da doença não passa dos 12 anos. Adolfo também é chamado de “doutor” e procurado por parentes de outras pessoas portadoras da enfermidade.
Dúvida
Hoje, um grande ponto de interrogação ronda a consciência de Adolfo. Até quando vai permanecer ao lado do filho? Vitor leva uma rotina tranquila. Fica em casa pelas manhãs, frequenta a Escola Especial 29 de Março à tarde e à noite curte a companhia da família. “Eu não sou nenhum herói. O que eu fiz não é um ato de heroísmo, mas assumir a responsabilidade empenhada por Deus”, diz Adolfo. “Ele, o Vitor, é o herói. Sempre teve consciência de tudo e continua lutando. Os médicos dizem que o amor dele faz com que ele esteja vivo.”
O amor de um pai por seu filho convenceu a juíza federal Anne Karina Costa, da Vara do Sistema Financeiro de Habitação de Curitiba, a tomar uma decisão inédita no ano passado. O mecânico Adolfo Celso Guidi, 52 anos, abandonou o emprego, deixou de pagar o financiamento de sua casa, no Bairro Alto, e gastou as economias para encontrar uma forma de tratar o filho Vitor, hoje com 21 anos, portador de Gan-gliosidose GM1 tipo 2, doença degenerativa e hereditária. Em uma audiência de conciliação com a Caixa Econômica Federal, ele apresentou o filho e narrou sua odisseia. Funcionou: a juíza reverteu verba do fundo pecuniário – recolhida de decisões judiciais – para quitar a residência.
Esses recursos são normalmente destinados às entidades públicas ou privadas com função social, conforme o Código Penal. A argumentação do mecânico, porém, comoveu a juíza federal. “Não tenho conhecimento de outra decisão como essa”, diz a magistrada. Os motivos para a iniciativa foram “a excepcionalidade do caso do senhor Adolfo, que apresentou como justificativa para o não pagamento das prestações a história de luta pela vida do filho, portador de doença rara, e uma dedicação incomum”, avalia Anne Karina.
Doença é mais comum no Sul do país
A gangliosidose é um erro inato do metabolismo, que afeta ho-mens e mulheres e se manifesta de formas variadas. Os portadores não degradam uma enzima – no caso de Vitor, a beta-galactosidase – e há acúmulo da substância no cérebro e nos músculos. Os sintomas vão de alterações no sistema nervoso central a problemas no esqueleto, nos olhos, no fígado e no baço. Em geral, a pneumonia é a principal causa de morte, pois a aglomeração da enzima impede a movimentação dos músculos, causando a falência dos pulmões.
Leia a matéria completa
Busca por tratamento foi tema de filme
Sofrimento semelhante ao vivido pelo engenheiro Adolfo Celso Guidi foi mostrado nos cinemas em 1992. Dirigido por George Miller, O Óleo de Lorenzo se baseia na história de Lorenzo Odone e a busca incessante de seus pais, Augusto (Nick Nolte) e Michaela (Susan Sarandon), por um tratamento para a Adrenoleucodistrofia (doen ça hereditária que destrói a bainha de mielina, revestimento do neurô nio responsável pela transmissão de impulsos nervosos).
Leia a matéria completa
Formado em Engenharia Mecânica, Adolfo atua como mecânico no quintal de casa. Portanto, sua casa é também fonte de renda. Fator levado em conta pela juíza, após consulta ao Ministério Público e à Vara Criminal. A questão é vista com pragmatismo pelo pai: “Sempre me perguntam o que mudou em minha vida com a decisão. Na prática, nada. Mas, se eu tivesse sido despejado, teria mudado tudo”, relata.
Luta
Adolfo não é o primeiro a lutar pela sobrevivência do filho. O diplomata norte-americano Augusto Odone criou o Óleo de Lorenzo, enzima que impede o avanço da Adrenoleucodistrofia, doença que acometia o filho (leia nesta página). Assim como Odone, Adolfo não aceitou ver o filho morrer sem tentar reverter a situação – os médicos deram prognóstico de seis meses para Vitor. O engenheiro fez da biblioteca do Setor de Medicina da UFPR sua segunda casa. “Só tive de entender a lógica do sistema e encontrar uma forma de fazê-lo voltar a funcionar”, diz.
E a tarefa era “simples”. Vitor não produz uma enzima, a beta-galactosidase. Portanto, bastava entender a enfermidade, seu funcionamento e uma forma de fazer o corpo do filho receber a substância que não produz. Com um ano e meio de estudos, o pai descobriu a enzima que poderia ser usada e onde encontrá-la. Hoje, ela é manipulada em laboratório e não sai por mais de R$ 18 ao mês. A dieta é mais cara, pois se baseia em produtos naturais, pós de reforço nutricional, vitaminas, cálcio e fibras. O rapaz deve evitar leite e derivados. “Ele gosta de um bolo e, quando quer comer, reforçamos a enzima para não ter problemas”, explica o pai. Em tratamentos de doenças, como a bronquite, Adolfo ministra alimentos naturais e evita o uso de medicamentos mais agressivos, como antibióticos, para não afetar o sistema imunológico do filho.
Assim como o Óleo de Lorenzo, tanto a enzima quanto a dieta não têm eficácia comprovada pela medicina formal. Vitor tem hoje 21 anos, enquanto a maioria dos portadores da doença não passa dos 12 anos. Adolfo também é chamado de “doutor” e procurado por parentes de outras pessoas portadoras da enfermidade.
Dúvida
Hoje, um grande ponto de interrogação ronda a consciência de Adolfo. Até quando vai permanecer ao lado do filho? Vitor leva uma rotina tranquila. Fica em casa pelas manhãs, frequenta a Escola Especial 29 de Março à tarde e à noite curte a companhia da família. “Eu não sou nenhum herói. O que eu fiz não é um ato de heroísmo, mas assumir a responsabilidade empenhada por Deus”, diz Adolfo. “Ele, o Vitor, é o herói. Sempre teve consciência de tudo e continua lutando. Os médicos dizem que o amor dele faz com que ele esteja vivo.”
Assinar:
Postagens (Atom)



